Nem todos so iguais perante a lei, muito menos o pau que bate em Chico, bate em Francisco

Constituição Federal dispõe em seu Artigo  que

"todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade."

Mas este princípio é efetivamente observado pelo nosso Poder Judiciário? Por qual razão o cidadão brasileiro sente que este sistema é tendencioso?

E o cidadão é aquele que percebe a Justiça pelos seus movimentos automáticos e intuitivos, de regulação das relações sociais, temperada pela profunda observância dos Princípios de Direito, em especial a disposição constitucional de que "Todos são iguais perante a Lei".

Entretanto os homens são desiguais na sociedade e na natureza, tanto quanto as coisas, os lugares, os fatos e as circunstâncias.

Nem tudo é igual nesta vida, O ditado popular o “pau que bate em Chico, bate em Francisco” não se aplica à Justiça brasileira. Ela julga com dois pesos, duas medidas porque é partidária, elitista, seletiva, midiática e injusta. Se houvesse, de fato, isenção e o interesse público fosse priorizado, as investigações de fato para pessoa de menor poder aquisitivo tem diferença dos que nasceram em berços de ouro ou por função que exerce, ou algo mais, é bem diferente.

O exemplo disto, foi o acontecimento com uma família que reside no Valentina de Figueiredo, que teve até que mudar de sua casa tamanha atrocidade sofreu por três bandidos que passaram mais de duas horas em sua residência, bancando verdadeiro terror como seus familiares, principalmente com os filhos menores. É só vê Boletim de Ocorrência registrado na delegacia do Valentina.

Enquanto outro caso de violência registrado em João Pessoa, desta feita com a cantora Valquíria Santos e outros conhecidos da sociedade, são desvendados em curto prazo.

Até quando os menos conhecidos, vão continuar “invisíveis”, perante a sociedade e principalmente do Poder Público, sem o mesmo tratamento que na Constituição diz: “Todos são iguais perante a lei”.

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Roberto Notícia

Jornalista - DRT 4511/88  

 

 

 

 

 

 

A vida feira de escolha. Deus a onde foi que errei?

A vida é feita de escolhas. Erei em todas que fiz, com algumas ressalvas. Não é fácil caminhar, só com acertos. Se pudesse voltar atrás, já mais cometeria os erros do passado. Se arrepender a esta altura da vida não é fácil. Mas se pudesse voltar ao tempo, já mais cometeria os mesmos erros de uma história de 60 anos, de ensinamentos e aprendizados bons e ruins. Neste balaio, de incertezas, ousadias e definições já mais faria tudo de novo.

Não sou o dono da verdade, porém trilhei em busca de acertar mais do que errar, seguindo os conselhos dos meus velhos pais sem conhecimento, cultural, porém de principio, que a honestidade é o maio valor da vida. Sempre me falaram e aconselharam não mentir e ser o mais republicano possível, e educar os meus filhos no principio, de não mentir, ser honesto e educar que é o caminho da salvação. A Educação.

Tive todas as oportunidades da vida, exerci talvez as oportunidades que não merecia, deus foi muito generoso, nunca pegar naquilo que não é meu, por isso, continuo na luta pela sobrevivência, humildemente, sem querer ser aquilo que não posso. Muito menos “ostentar”, nas redes sociais, pensando que engana alguém.

Hoje vivo um martírio, que não condiz com a realidade, pelas escolhas que fiz, não posso retroceder ao tempo, neste tempo de tempestade, existe algo de bom, os filhos, e netos que pouco conheço, espera que um dia tenham a sabedoria que na vida temos que ser no mínimo republicano.

O pior é querer, mostrar que a verdade sempre prevalece diante das mentiras deslavadas sempre com um há libe, que tem suas consequências, mas não e importante para o crescimento da raça humana. E o mais grave é pensar que o corpo, tem mais valor que o cérebro, e que as redes sócias são valores concretos, diferente da realidade do mundo real.

Estou num barco à deriva, sem direção e comendo, apenas tentando saber onde irei chegar, sofrendo as angustias e dessabores, mesmo na velhice, tempo de ingratidão, que tudo tem que ser feito em troca de algo, tempos moderno, de ilusão, que tudo é feito em troca de alguma coisa, até os atos mais simples, pensando que tudo é moeda de troca, ledo engano.

O valor da experiência, não vale nada entre acertos e erros, sempre usando a moeda de Gerson, levar vantagem em tudo. Mesmo sabendo que está errado. Pensando que engana a todos, em busca da “famosa” vantagem, deixando de lado os princípios da honestidade, para proteger mesmo sabendo que o errado não vence o correto.

Peço desculpas por não ser o que esperavam de mim, mas tenho certeza que procurei fazer o meu melhor, em busca de seguir os princípios da honestidade e correto sempre em primeiro lugar, assim que meus pais me ensinaram.

Vou trilhar até os meus últimos dias de vida, pelo princípio da honestidade, seja ele, na família, na sociedade, em qual quer lugar do planeta. E já mais irei mudar em troca daquilo que não seja republicano. Ninguém muda ninguém, mas tentar é possível, segui-me os bons ou aqueles que querem melhorar.

Meu pai e mãe sempre me falaram, no linguajar popular. “Pau que nasce torto morre torto”, nem muda. Siga-me os bons. Vou mais além, “Quem nasceu para cangalha, nunca vai usar cela”. Lembro até hoje. E é uma pura verdade.

Atitude é fundamental na vida, nem sempre em busca de levar vantagem, faz crescer, não pensando em retorno. Só existe uma pessoa que acompanha os nossos passos que é deus, Este sim, não dorme, e sempre acompanha nossa vida 24 horas, direcionado sempre para o caminho correto.

A escolha é fundamental na vida do ser humano, ela é responsável pelos seus passos e caminhada a seguir.

DEUS ONDE FUI QUE ERREI?

Sempre eu tentei lutar com minhas próprias forças

Remar contra a maré tentando estar

Mais perto, tentando estar mais perto

Mas, meu Deus o Senhor é quem sempre esteve

Comigo, e já me provou que é o meu melhor amigo

Então a Ti confesso

Que, Deus eu errei, como eu errei

Mas vou caminhar, porque eu sei

Que não sou perfeito

Só Tu és perfeito

E em desistir até pensei

Em desanimar mas, Senhor eu sei

Que não é do meu jeito, Senhor é do Seu jeito

Sempre eu tentei lutar com minhas próprias forças

Remar contra a maré tentando estar

Mais perto, tentando estar mais perto

Mas, meu Deus o Senhor é quem sempre esteve

Comigo, e já me provou que é o meu melhor amigo

Então a Ti confesso

Que, Deus eu errei, como eu errei

Mas vou caminhar, porque eu sei

Que não sou perfeito

Só Tu és perfeito

E em desistir até pensei

Em desanimar mas, Senhor eu sei

Que não é do meu jeito, Senhor é do Seu jeito

E Deus eu errei, como eu errei

Mas vou caminhar, porque eu sei

Que não sou perfeito

Só Tu és perfeito

E em desistir até pensei

Em desanimar mas, Senhor eu sei

Que não é do meu jeito, Senhor é do Seu jeito.

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Sobre Dria e o que Guarabira tem a ver com Dubai?

 Na passagem do governador de São Paulo, João Dória, por Guarabira, além da ausência muito notada de Cássio, o que ficou no ar foi uma pergunta inusitada que ele fez à plateia caseira em dado momento.

– Alguém aqui já esteve em Dubai? – perguntou o presidenciável.

Silêncio sepulcral, neurônios nervosos tentando captar, olhares de interrogação e Ruy Carneiro quebra o silêncio para alívio geral.

– Eu já!

Ruy foi o único a levantar a mão àquela pergunta aparentemente estapafúrdia e nada convencional de um homem querendo se mostrar moderno e globalizado.

Faltou Dória esclarecer as denúncias de fraude nas prévias do PSDB e a ideia que fica de um homem que já começa a jornada pela presidência fraudando ou com insights dubaianos.

Em Guarabira, o PSDB descobriu duas coisas: não tem candidato a presidente, não tem candidato a governador.

Dércio Alcântara

ELEIES 2022 - Densidade eleitoral: qual grupo ter mais fora poltica para indicar o senador e vice na chapa de Joo Azevdo?

 Dois nomes disputam a indicação para disputa de uma vaga para o senado nas eleições de 2022 na chapa do governador João Azevêdo. São eles: os deputados federais Efraim Filho e Aguinaldo Ribeiro. Ambos com padrinhos fortes para a indicação. O deputado Efraim Filho saiu na frente e conseguiu obter os apoios do senador Veneziano Vital do MDB e do deputado Adriano Galdino, presidente da Assembleia Legislativa.

Já o deputado Aguinaldo Ribeiro conta com o  apoio de Cícero Lucena, prefeito de João Pessoa e de sua irmã, senadora Daniella Ribeiro, além do presidente do Progressista, que disse que a prioridade do PP é eleger Aguinaldo Ribeiro senador pela Paraíba.

Nos bastidores, existe conversa que a prioridade do governador João Azevêdo é pelo nome de Aguinaldo Ribeiro, pela força política de Cícero Lucena em João Pessoa e da família Ribeiro em Campina Grande.

Com a especulação, de uma candidatura de Veneziano ao governo do estado e rompimento político com João Azevêdo, e uma possível aliança em andamento com o ex-prefeito de campina Grande, Romero Rodrigues, um dos grupos deve deixar a base do governador João Azevêdo.

A pergunta que não quer calar. Com quem fica o senador Veneziano e o deputado Adriano Galdino. Para indicar o candidato ao senado de João Azevêdo. O deputado Adriano Galdino já disse que João Azevêdo deveria saber quem fica com ele, caso se concretize a aliança com Romero Rodrigues. O senador Veneziano, diz que não conversa com o governador há mais de 6 meses.

O governador João Azevêdo, acha que deve esperar pela aliança da federação dos partidos, o que existe no momento é apenas especulação, existe muito tempo pela frente para tomada de decisão. Segundo o governador a possibilidade da federação dos partidos Cidadania, PV e o PSDB cria um empecilho para a formação da sua chapa.

Após o incidente envolvendo Ana Cláudia em Campina Grande, não se sabe até o momento qual a posição do senador Veneziano, já existe comentários, que uma exigência do senador do MDB para manter-se na base de João Azêvedo é a indicação de Efraim Filho para o senado nas eleições de 2022. Ideia essa que conta também com o apoio do deputado Adriano Galdino.

Como se sabe, o senador Veneziano e o deputado Adriano Galdino já declararão apoio à pré-candidatura de Efraim Filho ao senado em 2022. O presidente da Assembleia legislativa ainda mantém a esperança de ter seu nome indicado para ser o vice de João Azevêdo e conta com o apoio de Veneziano e Efraim Filho.

Quem terá mais força política para indicar o nome ao senado na chapa de João Azevêdo o grupo político de Cícero Lucena ou o de Veneziano e Adriano Galdino?

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Visita de Bolsonaro j no agrega polticos e nem empolga eleitores

 A visita do presidente Jair Bolsonaro, ontem, ao Sertão da Paraíba, não provocou correria de políticos interessados em tirar proveito nas urnas, embora esteja se aproximando a virada para o ano eleitoral propriamente dito em que o mandatário concorrerá à reeleição e outros disputarão cargos executivos e legislativos em diferentes pontos do território nacional. A impressão que ficou foi a de que, apesar de ter a caneta nas mãos, o presidente não é encarado como “o grande eleitor”, capaz de transferir votos, fenômeno que, por exemplo, funcionou para favorecer candidatos que se elegeram surfando no prestígio do “capitão”. Por outro lado, notou-se que o mandatário já não empolga parcelas do eleitorado, exceto a quota residual de fanáticos que lhe juram fidelidade ou que não têm espaço de aceitação em hostes políticas como as que cercam o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT.

Houve, é claro, tentativas e ensaios de mobilização, ecoando até mesmo, de forma recorrente, slogans do passado recente, mais precisamente da campanha eleitoral de 2018, em que Bolsonaro logrou vitoriar sobre o candidato do PT, Fernando Haddad, que substituiu Lula, então recolhido à superintendência da Polícia Federal em Curitiba. A lembrança da figura do “mito” que foi agitada como estratégia de impacto há três anos chegou a ser vagamente evocada, sem, contudo, o frenesi de antes, a idolatria que lá atrás deixava eleitores “transidos” ou “hipnotizados” pela promessa de novidade no cenário político brasileiro. Que não se culpe as medidas de isolamento social como responsáveis pela frieza na recepção ao presidente da República – hoje, elas estão bastante flexibilizadas, à medida que avança a campanha de vacinação contra a covid-19, por cima de pau e pedra, ou seja, da postura negacionista do presidente e da demora que indiscutivelmente foi anotada num calendário que já poderia estar se concluindo no Brasil.

 

O desgaste do governo Bolsonaro é visível – e pesquisas periodicamente divulgadas por institutos especializados comprovam que a desaprovação popular é expressiva. Já se falou mesmo em derretimento da imagem do presidente e do governo que ele comanda – ou “desgoverno”, nas palavras do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que luta para ser indicado candidato do partido ao Palácio do Planalto em 2022. Além dos problemas de gerência que Bolsonaro enfrenta, evidenciando uma dificuldade concreta para saber administrar prioridades, o presidente é, em si mesmo, fonte de crise permanente, de tensão constante, alimentando conflitos com autoridades e representantes de poderes constituídos. Esse estilo beligerante é da sua natureza e, por mais que passe por retoques em certos momentos difíceis, acaba dando as caras novamente. Na Paraíba, o exemplo palpável foi o ataque do mandatário a governadores do chamado Consório Nordeste, que, segundo ele, tentaram se apropriar da bandeira da vacinação embora não tenham logrado êxito efetivo na aquisição de imunizantes.

Bolsonaro, aliás, revela-se corajoso ao programar um roteiro de visitas a Estados do Nordeste, região que é uma espécie de campo minado para o seu governo e para ele próprio, tanto assim que são notórias as dificuldades de interlocução entre o mandatário e gestores do semiárido. Vale lembrar que houve uma oportunidade em que o Supremo Tribunal Federal tentou mediar um debate entre o presidente e governadores – não só do Nordeste, mas a resposta imediata de Bolsonaro foi negativa, dando a entender que não tem o que dialogar com eles, embora representem contingentes populacionais importantes do país. O presidente só parece à vontade entre os seus, isto é, entre os que considera aliados. Não deixa transparecer que tenha sido treinado para conviver com os contrários, exercício que é um dos pilares do regime democrático. Em suma: Bolsonaro não faz segredo do pouco apreço pela democracia, sendo, na verdade, um admirador de regimes de força e de instrumentos de exceção, como o Ato Institucional número cinco.

 

Como pode um País gigantesco como o Brasil sobreviver com o presidente da República brigado com os chefes de outros Poderes, atritado com representantes de instituições e obcecado por fantasmas de conspiração para derrubá-lo do poder? Ninguém, em sã consciência, tem equilíbrio ou serenidade para superar desafios perseguindo a trilha do conflito – e a crendice popular reforça o jargão de que “Deus é brasileiro” para tentar explicar como não se chegou ao fundo do poço numa conjuntura extremamente adversa, permanentemente tensa. Quanto à ausência de políticos do palanque presidencial, talvez decorra do sentimento de arrependimento que tomou conta de muitos dos que formaram com Jair Bolsonaro na campanha eleitoral de 2018. Pensaram uma coisa dele e do seu governo e constataram que, na prática, são inteiramente diferentes do que aparentavam – ele e o governo que enfeixa nas mãos.

Abstraindo a análise sobre o perfil peculiar e desagregador de Jair Bolsonaro, reafirmado, ontem, na visita que fez ao interior da Paraíba, cabe ressaltar a defesa entusiástica do seu governo feita pelo ministro da Saúde, o cardiologista conterrâneo Marcelo Queiroga, que não poupou nem os governadores da região ao tratar do capítulo da vacinação contra a Covid no país. Nos meios políticos locais, restou o incremento de especulações sobre suposto interesse de Marcelo Queiroga em entrar na política no próximo ano, concorrendo a um mandato no Estado de origem. Ele já foi especulado para candidato a governador, passou a ser lembrado como excelente nome para o Senado e fala-se, também, que poderia concorrer à Câmara Federal. O futuro político do ministro depende de um sinal do presidente Jair Bolsonaro. É ele quem vai bater o martelo a esse respeito.