Reveja o Programa Conexão Master do dia 15 de setembro com análise da política da Paraíba

 Reveja o Programa Conexão Master do dia 15 de setembro com análise da política da Paraíba, com Ytalo Kubitschek, Roberto Notícia e Professor União (Adenilson Maia).

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ELEIÇÕES 2026 - Cartaxo afirma que PT precisa entrar na discussão da chapa majoritária

 O deputado estadual Luciano Cartaxo afirmou que o PT está na base do governador João Azevêdo e a tendência é permanecer para 2026. Mas, alertou que o partido tem que “participar do jogo”. Ou seja, não ficar apenas olhando de fora, mas participar das discussões.

Defende que o PT participe e indique nomes para compor a pretensa chapa da base governista, que deve ser encabeçada pelo vice-governador Lucas Ribeiro (PP). As declarações foram dadas durante entrevista ao programa Meio-dia Paraíba (POP FM), nesta quarta-feira (10).

Sobre o apoio para o Senado, Cartaxo sinalizou apoio à pré-candidatura de João Azevêdo. Perguntado sobre o senador Veneziano Vital do Rêgo, com quem se aliou nas últimas eleições, o deputado disse que ainda não teve oportunidade de conversar com o emedebista, mas deve fazê-lo nos próximos dias.

Sobre a nova fase do PT, com a mudança no comando estadual – sai Jackson Macedo, entra a deputada Cida Ramos -, Cartaxo espera que haja um trabalho para se buscar a unidade interna e que o partido entre nas discussões de montagem de chapa majoritária. “O que a gente quer?”.

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ELEIÇÕES 2026 - Reação de João Azevêdo à decisão de Cícero Lucena causa ‘surpresa’ no grupo do prefeito

Rompimento abre espaço para mudanças na gestão de João Pessoa e reposiciona forças de olho em 2026.

As reações do governador João Azevêdo (PSB) ao movimento do prefeito Cícero Lucena, que pediu desfiliação do Progressistas para entrar na disputa pelo Governo do Estado por outra legenda, causaram surpresa dentro do grupo político do gestor municipal.

Na última sexta-feira (05), durante encontro na Granja Santana, Cícero comunicou ao chefe do Executivo estadual que, mesmo disposto a disputar o Governo contra o candidato governista, manteria apoio a João numa eventual corrida ao Senado.

A resposta do governador foi quase que imediata: pela imprensa, classificou a decisão como rompimento e atribuiu ao prefeito a adoção de um “projeto pessoal” em detrimento do “coletivo”. A fala surpreendeu aliados de Cícero, que acreditavam em uma saída menos traumática.

Segundo relatos, o prefeito viajou para a Europa com a percepção de que havia preservado pontes com o governador, já que discordância seria “apenas” com o vice, Lucas Ribeiro.

Minireforma

Outro ponto em observação é a configuração administrativa. A prefeitura abriu espaços para nomes ligados ao governador, que agora avaliam que caminho vão seguir, como consequência direta do rompimento.

Por outro lado, não há registros de aliados de Cícero ocupando funções na gestão estadual.

Os sinais de ambos os lados indicam que a relação política se esgotou. Mesmo com supresas pelo caminho, antigos aliados se transformam, agora, em adversários.

A expectativa é que, no retorno da viagem à Espanha, Cícero promova mudanças na administração municipal, uma espécie de minirreforma administrativa, ajustando o secretariado à nova realidade política da Paraíba.

Fonte: Jornal da Paraíba

 
 
Fonte: Jornal da Paraiba
 

Ministro Luiz Fux e a aula de direito que o Brasil e seus ‘democratas’ precisavam ouvir

 Na sessão desta quarta-feira (10), o ministro Luiz Fux protagonizou algo raro no cenário jurídico e político nacional: uma verdadeira aula de direito constitucional e processual penal, que deveria ser assistida e revisitada por qualquer estudante de direito, por operadores da justiça e, sobretudo, por aqueles que confundem poder jurisdicional com palco político.

 

Com um voto consubstanciado, amparado em citações eloquentes aos pais do direito constitucional, a juristas renomados do direito penal e processual penal, e ainda respaldado em julgados anteriores da própria Suprema Corte, Fux foi direto ao ponto: o processo em questão é nulo, por absoluta incompetência do STF em julgar Jair Bolsonaro e demais réus do chamado “processo do golpe”.

O princípio do juiz natural

O ministro lembrou que a mudança de interpretação sobre o foro privilegiado, ocorrida em anos recentes, não pode se sobrepor ao princípio maior do juiz natural. Nas palavras de Fux, violar essa garantia significa fragilizar uma das colunas do Estado Democrático de Direito: a imparcialidade do julgador.

Segundo ele, ou o processo deveria estar no Plenário da Corte – já que o julgamento diz respeito a um ex-presidente da República –, ou deveria descer à primeira instância, respeitando a regra aplicável a réus comuns. “Estamos diante de incompetência absoluta; impossível de ser desprezada”, cravou.

STF não é tribunal político

Em outro trecho emblemático, o ministro destacou que não compete ao Supremo realizar “juízo político”. Compete, sim, afirmar o que é ou não é constitucional, sob a Carta de 1988. O papel do julgador, frisou, não pode ser confundido com o de ator político. Uma lição que, se levada a sério, resgataria a objetividade, o rigor técnico e o minimalismo interpretativo que sempre deveriam nortear a Suprema Corte.

A Constituição vale para todos

Talvez a parte mais forte do voto tenha sido quando Fux reafirmou que a Constituição protege a todos – até mesmo os que são alvo de clamor popular ou repulsa política. “Juiz deve ter firmeza para condenar na certeza e humildade para absolver na dúvida”, registrou. É a reafirmação de que não há espaço para julgamentos de exceção, muito menos para decisões contaminadas pela pressão midiática ou social.

Patrimônio público da nação

Cada precedente firmado pelo STF, lembrou o ministro, torna-se patrimônio público da nação. É nesse sentido que sua posição se ergue não apenas como um voto técnico, mas como um chamado à responsabilidade institucional. Afinal, se o Supremo se permite banalizar a interpretação sobre foro, competência e imparcialidade, amanhã qualquer cidadão – e não apenas ex-presidentes – pode ser vítima da mesma arbitrariedade.

O voto de Luiz Fux não é um gesto isolado. É um alerta. É a lembrança de que o Supremo não pode se tornar refém de paixões políticas. O Brasil precisa de juízes que apliquem a lei, não de atores que encenem papéis ditados pelo momento.

Se prevalecer a tese exposta, o que deve ser muito difícil, o país terá dado um passo importante rumo à restauração da confiança no Judiciário. Se for ignorada, o que deve ser mais provável, o risco é que continuemos a transformar a mais alta corte do país em arena de disputas políticas – e, nesse caso, quem perde é a democracia.

Por 

 

 

Prefeito de Mamanguape, Joaquim Fernandes ”fecha” chapa majoritária com Lucas, João Azevêdo e Nabor

 O prefeito de Mamanguape, Joaquim Fernandes (PSB), revelpu com quais nomes irá apoiar na disputa majoritária das eleições de 2026. Para o governo, Joaquim anunciou apoio à pré-candidatura do vice-governador Lucas Ribeiro (Progressistas). As revelações foram feitas durante entrevista ao programa Meio-dia Paraíba, da Rádio Pop FM, nesta quarta-feira (9).

Joaquim destacou o trabalho da atual gestão do Governo do Estado em Mamanguape e disse que vota em João Azevêdo e Nabor Wanderley para as vagas do Senado Federal, além de Lucas para o Governo do Estado.

“Estamos sim com o vice-governador Lucas Ribeiro. Apoiamos esse grupo de trabalho. A gente está falando sobre um grupo que vem trazendo bons resultados para a nossa cidade. Estamos sim com o futuro senador João Azevêdo, e também na segunda vaga estamos com Nabor Wanderley, é o nosso candidato”, explicou o prefeito de Mamanguape em entrevista ao Meio-dia Paraíba.

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Deputado Felipe Leitão chama o feito à ordem e lembra: “Cícero não disse que é oposição em momento algum”

O deputado estadual Felipe Leitão (Republicanos) comentou, nesta terça-feira (09/09) acerca do novo cenário político que se desenha na Paraíba com vistas às eleições de 2026 após a saída do prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, do Progressistas para disputar ao Governo do Estado por outra legenda.

O movimento do gestor resultou em um rompimento com o governador João Azevêdo (PSB), que reagiu publicamente ao projeto de Cícero de forma desconexa com os interesses do projeto da base.

No entanto, em entrevista, Felipe enfatizou que o prefeito não aderiu ao grupo de oposição e abriu as portas do Republicanos para Lucena fortalecer o projeto da legenda no pleito.

“Cícero não disse que é oposição em momento algum. Eu ainda não ouvi do prefeito Cícero Lucena dizer que é oposição ao governo que aí está. Ele apenas comunicou uma desfiliação partidária. Olha, por mim seria muito bem-vindo, mas eu não posso eu não posso responder pelo Republicanos, já que o Republicanos é um maior partido do Estado da Paraíba, tem nove deputados estaduais aqui na casa de Epitácio Pessoa, 25% dessa casa aqui, ela é composta por deputados do Republicanos. Tem a maior bancada paraibana na Câmara Federal do Congresso Nacional com três deputados federais, tem o presidente da Câmara Federal, tem o presidente da Assembleia Legislativa e o vice-presidente que sou eu, também aqui do Republicanos. Então, de uma maneira democrática nós vamos colocar na mesa lá no Republicanos em todo o cenário político do estado da Paraíba. Como eu falei, existe uma sinalização que o presidente é o Hugo Motta virá ao Estado da Paraíba esse final de semana para conversar conosco acerca desse novo cenário, né, que se desenha na política estadual da Paraíba”, explicou.

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ELEIÇÕES 2026 - Líder da oposição na ALPB, George Morais diz que vai observar postura de Cícero antes de considerá-lo na oposição

 O deputado estadual George Morais (União Brasil), líder da bancada de oposição na Assembleia Legislativa da Paraíba, afirmou nesta sexta-feira (5) que só após os próximos movimentos do prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (ex-PP), será possível enquadrá-lo como integrante do campo oposicionista.

Cícero anunciou oficialmente em nota a sua saída do Progressistas e a pré-candidatura ao Governo do Estado em 2026, decisão que mexeu com o tabuleiro político paraibano. Questionado sobre como a oposição deve receber o prefeito da Capital, George Morais ponderou que é preciso acompanhar de perto sua postura.

“Vamos observar qual será a postura política do prefeito de João Pessoa antes de considerá-lo parte da oposição. É natural que ele apresente seus posicionamentos e, a partir daí, poderemos avaliar”, afirmou ao WSCOM.

O parlamentar reforçou ainda que, caso se confirme o alinhamento de Cícero com o bloco oposicionista, a expectativa é de que isso fortaleça o projeto de unidade em torno de lideranças como o senador Efraim Filho (União Brasil) e outros nomes que disputam espaço na formatação da chamada Federação União Progressista.

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Sob pressão do PL da Anistia, Hugo Motta é visto como “morto-vivo”, “fraco” e fragilizado pela sombra de Arthur Lira, dizem analistas da GloboNews

 A condução do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), diante da pressão pelo Projeto de Lei da Anistia dos envolvidos nos atos de 8 de janeiro, vem gerando duras análises de comentaristas políticos. Nesta sexta-feira (5), tanto Natuza Nery quanto Gerson Camarotti, da GloboNews, destacaram a fragilidade do paraibano no comando da Casa Legislativa.

Em participação no canal, Natuza Nery afirmou que Motta é hoje um “presidente fragilizado”, frequentemente sabotado pelo ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL). Ela comparou o estilo mais suave e dialogal de Motta ao perfil combativo de Lira e avaliou que, se não conseguir se reposicionar, o deputado pode se transformar em um “morto-vivo” político.

“Motta tem um estilo muito diferente de Lira. Tem diálogo mais fácil, é mais suave que Lira. Mas presidente da Câmara fraco não vai a lugar nenhum. Ele precisa achar alguma maneira de se reposicionar nesse jogo (…) Ou ele se reposiciona e acumula força ou vai virar morto-vivo daqui para a próxima eleição da Mesa Diretora”, disse Natuza.

Na mesma linha, durante o programa Edição das 18h, Gerson Camarotti reforçou o cenário de isolamento de Motta e apontou que ele estaria “emparedado pela sombra de Arthur Lira”, já de olho em 2027.

“Hugo Motta foi eleito com uma quantidade de votos expressiva e com muitos acordos para serem cumpridos, e ele não está dando conta disso. (…) Já está pensando na reeleição em 2027. E o Arthur Lira já pensa, como plano B, se não conseguir ser candidato ao Senado, tentar a reeleição para a Câmara e voltar para a presidência da Casa. Então, isso vira uma sombra para Hugo Motta. (…) Hugo Motta, na prática, está emparedado pela sombra do Arthur Lira”, avaliou.

As análises de Natuza e Camarotti convergem ao apontar que Hugo Motta vive um momento de forte desgaste político, pressionado por promessas contraditórias feitas a governo e oposição sobre a pauta da anistia e pela constante influência de Arthur Lira nos bastidores. O futuro do deputado, afirmam, dependerá de sua capacidade de recuperar força e liderança no Legislativo.

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