Mamanguape, um tratado de paz?

 Passadas as festividades Juninas, os agentes políticos dos municípios do Vale do Mamanguape reiniciam as conversações ainda em nível de bastidores para traçar o alinhavamento com relação às elições do próximo ano.


Um observador bastante criterioso conversou com o Portal Aristelson Silva e elencou preocupação com o silêncio tumular sobre os assuntos de guerra envolvendo as principais forças políticas polarizadas de Mamanguape na atualidade.
Não se sabe avaliar se é o poder canônico dos dois Santos Padroeiros São Pedro e São Paulo responsáveis pelo sopro de espiritualidade que fez reinar dias de paz, algo do tipo combinado com o Santo casamenteiro Santo Antônio... Mas a verdade é que Os canhões de Navarone, controlados pelo Deputado Eduardo Brito - Solidariedade - e pré candidato oposicionista à prefeitura municipal, buscando seu terceiro mandato, cessaram fogo de forma discreta.
Por outro lado, após iniciar uma ofensiva, buscando reunir artilharia pesada, inclusive reinvindicando o mandato de Eduardo na Assembléia, por quebra de decoro, a Deputada Daniele do Vale - Republicanos teria controlado um cessar fogo.

Alguns nomes carimbados com mandato eletivo, cujos nomes circulavam nos calçadões, eram dados como certos para rodadas de negociação para eventuais puladas de cerca.
Nossa equipe teve a preocupação de checar algumas situações. O que colhemos foi peremptória negativa. Tudo certo, tudo calmo, grupo unido. Ninguém vai para canto nenhum...
Um outro de mandato pode ser o responsável pelo aumento nos próximos dias do numero de opositores à prefeita Eunice Pessoa. Dos 13, a Prefeita ficaria com onze. Alguns suplentes estariam nom pacote.

Mas após os festejos, não há mais a interferência dos santos e os bastidores voltam a gemer... comenta-se que a freiada de arrumação é eminente. 
Ainda pode voltar a tona a estratégia da terceira via, que anda calada, aguardando, talvez o reinicio da troca de chumbo   para apostar numa onda e surfar nela.
Nosso colega Jornalista e Escritor Ademilson José costuma dizer o sequinte:
Na política se não houver traição, não tem graça.
 
Por Aristelson Silva