ELEIÇÕES 2026 - Vereador Rômulo Dantas recua de apoio a Olívia Motta e vai votar em Felipe Leitão

 Os bastidores da política paraibana seguem movimentados. Nesta sexta-feira (16), o Política da Paraíba recebeu a informação de que o vereador de João Pessoa, Rômulo Dantas (Mobiliza), recuou do apoio que havia anunciado recentemente à pré-candidata a deputada estadual Olívia Motta (Republicanos).

Olívia é irmã do deputado federal e presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), que teve papel importante na eleição de Rômulo em 2024, quando o parlamentar conquistou seu primeiro mandato como vereador.

Em um movimento considerado surpreendente por aliados, Rômulo decidiu romper o compromisso firmado com Olívia e passou a vai declarar voto no deputado estadual Felipe Leitão (MDB). A mudança foi confirmada por aliados do vereador e também por integrantes do staff de Olívia.

O rearranjo político acontece em meio às divergências do grupo Motta em relação à candidatura do prefeito Cícero Lucena (PP) ao Governo do Estado. Enquanto o grupo passou a apoiar o vice-governador Lucas Ribeiro (PP), Rômulo permanece alinhado politicamente a Cícero, fator que teria pesado na mudança de posicionamento.

Por Weslley Lino

Pedro não admite, mas há muito seu comportamento é de ex-candidato

 O aperto de mãos entre o prefeito Cícero Lucena (MDB) e o ex-deputado federal Pedro Cunha Lima (PSD), registrado pelo comunicador Fábio Targino, do PBAgora,  foi carregado de simbolismos. Não era ainda, mas pareceu uma passagem de bastão. De um quase (ex) pré-candidato para um pré-candidato ao governo.

E esta foi a leitura comumente feita após a publicação. Agora, se rememorarmos, mesmo bem posicionado nas pesquisas, há muito Pedro Cunha Lima não demonstra interesse pela disputa.

Se puxarmos pela memória, enquanto Cícero Lucena, Lucas Ribeiro (PP) e Efraim Filho (União) encampavam uma busca frenética por votos, não raro Pedro aparecia nas redes sociais lendo, na praia ou jogando videogame.

Por causa disso, abriu as lacunas hoje ocupadas por Cícero. O prefeito saiu da base governista e foi galgando espaços na oposição. Ele se filiou ao MDB e puxou o senador Veneziano Vital do Rêgo para o seu projeto.

No dia da filiação de Cícero, o tio de Pedro, Ronaldo Filho, fez as vezes de representante da família Cunha Lima no ato. E aos poucos, o grupo vai falando em construção da unidade na oposição, com o ex-deputado cada vez menos candidato.

Em entrevista à rádio Arapuan, nesta quinta-feira (26), o deputado falou sobre a reunião que teve com o presidente do PSD, Gilberto Kassab, e das dificuldades de manter sua pré-candidatura. Relatou que não será candidato de si mesmo e pregou unidade.

Se isso é um adeus em definitivo ao projeto eleitoral, saberemos em breve. Mas a verdade é que os espaços no bloco onde ele pede unidade estão ficando mais raros.

Por Suetoni Souto Maior

ELEIÇÕES 2026 - “Eu tenho uma dívida de gratidão com João Azevêdo e quero pagar”, recua Hervázio Bezerra sobre saída do PSB

  Após sinalizar possível saída do PSB devido ao movimento do governador João Azevêdo (presidente estadual da sigla) de pedir a saída do vice-prefeito de João Pessoa, Leo Bezerra (PSB), da Presidência do diretório municipal da sigla, o deputado estadual Hervázio Bezerra (PSB) voltou atrás e rechaçou desfiliação do partido.

Em entrevista concedida à imprensa nesta quarta-feira (19/11), o parlamentar afirmou que após reunião com o irmão, vereador Odon Bezerra (PSB), e o filho Leo, decidiu permanecer nos quadros do PSB mesmo com o clima difícil e justificou o movimento por gratidão ao governador.

“Eu tenho uma dívida de gratidão com João e quero pagar”, afirmou.

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Acabou a paz do deputado Hugo Motta!

 O PL de Jair Bolsonaro decidiu recuar do acordo de trégua com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), em relação ao projeto da anistia aos condenados pelo 8 de Janeiro.

 
À coluna o líder do PL na Casa, Sóstenes Cavalcante (RJ), disse ter avisado a Motta que voltará a pressioná-lo a pautar a proposta a partir da próxima reunião de líderes, na semana que vem.
 
Segundo Sóstenes, a anistia precisa ser “acelerada” após o STF publicar, na quarta-feira (22/10), o acórdão do julgamento de Bolsonaro na trama golpista, abrindo prazo para os últimos recursos.
 
A ideia do líder do partido de Bolsonaro é retomar a pressão na próxima semana e tentar levar o projeto da anistia para votação no plenário da Câmara já nas sessões da primeira semana de novembro.
 
 nova postura ficou evidente durante a reunião de líderes da Casa na tarde da terça-feira, quando nenhuma liderança da oposição cobrou que Motta incluísse a anistia na pauta de votações do plenário.
 
Naquele dia, Sóstenes explicou que a oposição tinha acertado com o presidente da Câmara só voltar a cobrar que a anistia seja pautada quando tiver obtido apoio dos parlamentares de centro ao tema.
 
“Alinhamos com o Hugo Motta que vamos construir com o centro antes. Quando pedir para pautar, vamos aprovar com mais de 290 votos novamente”, disse o líder do PL na terça-feira.
 
Com o acórdão, a situação mudou. A estratégia de Sóstenes é apresentar substitutivo ao projeto da dosimetria das penas, relatado por Paulinho da Força (Solidariedade-SP), prevendo anistia “ampla, geral e irrestrita”.

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ELEIÇÕES 2026 - Cícero Lucena (MDB) já ganhou a disputa com o senador Efraim Morais (União) na disputa ao Governo

 O prefeito Cícero Lucena (MDB) já ganhou a disputa com o senador Efraim Morais (União) em torno do apoio do grupo Cunha Lima.

As conversas políticas avançaram nos últimos dias e o ex-senador Cássio Cunha Lima teria conseguido dobrar as resistências do ex-deputado Pedro Cunha Lima, que deverá ser o candidato a vice-governador na chapa de Cícero.

Do ponto de vista da posição política, Pedro teria sido convencido que é melhor para sua imagem a aliança de centro-esquerda com Cícero e Veneziano do que a aliança de direita mais próxima ao bolsonarismo do senador Efraim Morais.

Um acordo com o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, para composição de uma chapa de candidatos a deputado Federal com Mersinho Lucena e Wellington Roberto também pesou. Pedro não teria como contrariar o maior interesse de Kassab, que é aumentar a bancada federal. De sobra, o PSD ainda terá o candidato a governador.

Outro fator com forte influência na decisão teria sido a mudança da conjuntura política nacional, gerando perspectiva plausível de reeleição do presidente Lula.
No jogo de estratégias políticas, o senador Veneziano Vital do Rego passaria a ser mais importante do que o senador Efraim Filho.

Nas avaliações locais, o sentimento é que a aliança com Cícero Lucena dá volume à oposição, produzindo um fato imediato para além da consolidação da chapa, que é, em tese, criar, para a propaganda, uma perspectiva de vitória desde o início da campanha.

Para o prefeito Cícero Lucena, a aliança com o grupo Cunha Lima é essencial para o projeto de candidatura porque produz a sensação de força majoritária nos dois maiores colégios eleitorais do Estado (João Pessoa e Campina Grande), produzindo impacto significativa nos grupos de oposição em todo o Estado.

Por Josival Pereira