ELEIÇÕES 2026 - Líder da oposição na ALPB, George Morais diz que vai observar postura de Cícero antes de considerá-lo na oposição

 O deputado estadual George Morais (União Brasil), líder da bancada de oposição na Assembleia Legislativa da Paraíba, afirmou nesta sexta-feira (5) que só após os próximos movimentos do prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (ex-PP), será possível enquadrá-lo como integrante do campo oposicionista.

Cícero anunciou oficialmente em nota a sua saída do Progressistas e a pré-candidatura ao Governo do Estado em 2026, decisão que mexeu com o tabuleiro político paraibano. Questionado sobre como a oposição deve receber o prefeito da Capital, George Morais ponderou que é preciso acompanhar de perto sua postura.

“Vamos observar qual será a postura política do prefeito de João Pessoa antes de considerá-lo parte da oposição. É natural que ele apresente seus posicionamentos e, a partir daí, poderemos avaliar”, afirmou ao WSCOM.

O parlamentar reforçou ainda que, caso se confirme o alinhamento de Cícero com o bloco oposicionista, a expectativa é de que isso fortaleça o projeto de unidade em torno de lideranças como o senador Efraim Filho (União Brasil) e outros nomes que disputam espaço na formatação da chamada Federação União Progressista.

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Sob pressão do PL da Anistia, Hugo Motta é visto como “morto-vivo”, “fraco” e fragilizado pela sombra de Arthur Lira, dizem analistas da GloboNews

 A condução do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), diante da pressão pelo Projeto de Lei da Anistia dos envolvidos nos atos de 8 de janeiro, vem gerando duras análises de comentaristas políticos. Nesta sexta-feira (5), tanto Natuza Nery quanto Gerson Camarotti, da GloboNews, destacaram a fragilidade do paraibano no comando da Casa Legislativa.

Em participação no canal, Natuza Nery afirmou que Motta é hoje um “presidente fragilizado”, frequentemente sabotado pelo ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL). Ela comparou o estilo mais suave e dialogal de Motta ao perfil combativo de Lira e avaliou que, se não conseguir se reposicionar, o deputado pode se transformar em um “morto-vivo” político.

“Motta tem um estilo muito diferente de Lira. Tem diálogo mais fácil, é mais suave que Lira. Mas presidente da Câmara fraco não vai a lugar nenhum. Ele precisa achar alguma maneira de se reposicionar nesse jogo (…) Ou ele se reposiciona e acumula força ou vai virar morto-vivo daqui para a próxima eleição da Mesa Diretora”, disse Natuza.

Na mesma linha, durante o programa Edição das 18h, Gerson Camarotti reforçou o cenário de isolamento de Motta e apontou que ele estaria “emparedado pela sombra de Arthur Lira”, já de olho em 2027.

“Hugo Motta foi eleito com uma quantidade de votos expressiva e com muitos acordos para serem cumpridos, e ele não está dando conta disso. (…) Já está pensando na reeleição em 2027. E o Arthur Lira já pensa, como plano B, se não conseguir ser candidato ao Senado, tentar a reeleição para a Câmara e voltar para a presidência da Casa. Então, isso vira uma sombra para Hugo Motta. (…) Hugo Motta, na prática, está emparedado pela sombra do Arthur Lira”, avaliou.

As análises de Natuza e Camarotti convergem ao apontar que Hugo Motta vive um momento de forte desgaste político, pressionado por promessas contraditórias feitas a governo e oposição sobre a pauta da anistia e pela constante influência de Arthur Lira nos bastidores. O futuro do deputado, afirmam, dependerá de sua capacidade de recuperar força e liderança no Legislativo.

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Para não assistir a um repeteco de 2022, João Azevêdo endurece tom e rejeita voto com Cícero

  Talvez para evitar o constrangimento das eleições de 2022, em que assistiu um dos principais aliados – o Republicanos – apoiar um adversário, o governador João Azevêdo tenha endurecido o discurso ao ser perguntado sobre “aceitar” o apoio do prefeito Cícero Lucena para sua pré-candidatura ao Senado.

O arranjo das eleições de 202, quando o Republicanos apoiou a reeleição de João Azevedo e a candidatura de Efraim Filho, na disputa ao Senado pela oposição, corria o risco de abrir “precedente” político, ou seja, campanhas blocadas.

“Não existe estar em dois cantos. Você não vai estar no palanque fazendo pedido para o adversário. Vamos raciocinar”, disparou o socialista. Errado não está.

Em uma campanha tão acirrada, como se desenha a de 2026, não dá para fracionar lados, fazer uma espécie de “cruzamento” de chapas. Cada um no seu quadrado.

Voltando a João, em um recado direto aos membros do PSB, entre eles o vice-prefeito Leo Bezerra, que disse em entrevistas anteriores que apoiará o governador para o Senado e em Cícero, que mira o governo, o governador, que comanda o PSB no estado, disse que vai cobrar fidelidade aos aliados.

Uma candidatura do prefeito garante a Leo assumir a Capital do estado por dois anos.

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ELEIÇÕES 2026 - Cícero Lucena rompe com Governador João Azevêdo e diz que vontade do povo não se negocia; veja nota

 Após encontro na Granja Santana com o governador João Azevêdo (PSB), nesta sexta-feira (5), o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, divulgou uma nota pública anunciando a sua desfiliação do PP e reafirmando seu projeto de concorrer ao governo da Paraíba em 2026.

No texto, ele destaca que pesquisas que indicam a preferência do seu nome pelo eleitorado foram desconsiderados pelo PP para a definição do nome mais competitivo do grupo. O partido pretende lançar o vice-governador Lucas Ribeiro (PP), com o apoio do governador João Azevêdo.

“Apesar de todos os apelos por critérios justos e transparentes na escolha do candidato do grupo liderado pelo governador João Azevêdo, e diante da decisão da direção dos Progressistas na Paraíba, de não apoiar esse desejo popular, somada à indefinição sobre o comando da federação União Progressista, que gera instabilidade em todo o projeto, comunico minha desfiliação da legenda”, diz, na nota.

Cícero deve anunciar para qual partido se filiará após retorno de viagem à Europa. A tendência é que retorne ao quadros do MDB. O convite formal foi feito ontem pelo senador Veneziano Vital do Rêgo.

Confira a nota na íntegra:

Nota

Com a humildade e a lealdade que sempre guiaram minha vida pública, registro que, nos últimos meses, tenho recebido nas ruas o carinho e o incentivo do povo para que eu dispute o Governo do Estado.

Todas as pesquisas, qualitativas e quantitativas, confirmam que a população reconhece o nosso trabalho à frente da Prefeitura de João Pessoa, pela quarta vez, e enxerga que a cidade vive o seu melhor momento.

Esses levantamentos também revelam que meu nome é o que melhor representa um projeto de desenvolvimento sustentável para a Paraíba, consciente de que, para continuar crescendo, o Estado precisa de um gestor experiente e com coragem para enfrentar os desafios.

Apesar de todos os apelos por critérios justos e transparentes na escolha do candidato do grupo liderado pelo governador João Azevêdo, e diante da decisão da direção dos Progressistas na Paraíba, de não apoiar esse desejo popular, somada à indefinição sobre o comando da federação União Progressista, que gera instabilidade em todo o projeto, comunico minha desfiliação da legenda.

Agradeço a todos que fazem parte do PP e reafirmo que levo comigo respeito, amizade e boas lembranças. No momento oportuno, anunciarei minha nova legenda partidária.

Apresento, com confiança e determinação, minha pré-candidatura ao Governo da Paraíba. Vou seguir ouvindo os paraibanos em todas as regiões e, a partir desse diálogo, elaborar o Plano de Desenvolvimento Estratégico da Paraíba, que vai garantir um futuro seguro para nosso estado, preservando as conquistas e fazendo a Paraíba avançar ainda mais.

A vontade popular não se negocia, se respeita.

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Decisão de senadores do PT mantém veto de Lula e Paraíba pode perder 2 federais e 6 estaduais

 Enquanto as articulações pela formação das chapas majoritárias para 2026 dominam o debate político na Paraíba, um tema de grande relevância para o estado segue em segundo plano: a possível redução no número de deputados federais que representam o estado em Brasília.

A discussão tem origem no Projeto de Lei Complementar (PLP) 177/2023, de autoria da deputada Dani Cunha (União Brasil–RJ), que previa a redistribuição das cadeiras na Câmara dos Deputados com base nos dados do Censo 2022. Pela proposta inicial, alguns estados ganhariam cadeiras, enquanto outros perderiam, mantendo o total de 513 parlamentares.

 

De acordo com a redistribuição original, Santa Catarina teria acréscimo de quatro vagas; Amazonas, Mato Grosso e Rio Grande do Norte, mais duas; e Ceará, Goiás, Minas Gerais e Paraná, mais uma. Já Rio de Janeiro, Bahia, Piauí e Rio Grande do Sul perderiam duas cadeiras cada, enquanto Alagoas e Pernambuco perderiam uma.

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