Cícero Lucena diz que escolher um candidato sem apelo popular seria “rasgar as pesquisas”

 É notório que o clima tem ficado cada vez mais pesado dentro do Progressistas, com a disputa pública entre o prefeito Cícero Lucena e o vice-governador Lucas Ribeiro que tem se apresentado como candidato “natural”, com a possibilidade, cada vez mais concreta, do governador João Azevedo (PSB) sair para disputar o Senado em 2026.

Cícero tem insistido com a definição clara de critérios para escolha do candidato, e subiu uma oitava, nesta terça-feira (19/08), quando indagado se estaria disposto a abrir mão de disputar o Governo em favor de outro candidato. Cícero respondeu com uma outra pergunta: “É alguém que esteja, pela vontade do povo, melhor do que eu? Quem é que elege? O eleitor. E o eleitor não vai ser ouvido? Então, vamos rasgar as pesquisas.”

Sua indicação revela como a temperatura tem subido nos bastidores da escolha do candidato a governador. De um lado, Lucas, defendido pelo deputado Aguinaldo Ribeiro como “candidatura natural” para dar sequência ao projeto do governador João Azevedo. De outro, Cícero que defende a necessidade de pesquisas, para ouvir a população e apresentar um candidato que seja “da vontade do povo”.

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Hugo Motta emprega caseiro de fazenda em seu gabinete na Câmara dos Deputados, diz Folha de S.Paulo

 O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), mantém em seu gabinete um funcionário que também atua como caseiro em sua fazenda em Serraria, no interior da Paraíba. A informação foi divulgada pela Folha de S.Paulo. A cidade tem cerca de 6 mil habitantes e fica a 131 km de João Pessoa e 225 km de Patos, base eleitoral do parlamentar.

De acordo com a reportagem, Ary Gustavo Soares trabalha como assessor do gabinete de Hugo Motta desde 2019 e recebe atualmente R$ 7.200 mensais em salários e auxílios pagos pela Câmara.

O caso levanta questionamentos sobre a proximidade pessoal entre parlamentares e funcionários nomeados para cargos públicos e sobre a utilização de recursos públicos para remunerar pessoas com vínculos pessoais com o político. Segundo a Folha de S.Paulo, embora a nomeação de pessoas próximas não seja ilegal, ela frequentemente gera críticas quanto à ética e à transparência na gestão pública.

O episódio também reforça o debate sobre o uso de cargos comissionados para favorecer indivíduos ligados pessoalmente a parlamentares, em vez de profissionais técnicos e especializados.

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Lula recebe Hugo Motta e líderes do Republicanos para almoço no Palácio das Alvorada

 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu na terça-feira (19), no Palácio da Alvorada, três líderes do Republicanos para um almoço que integra a estratégia do governo de fortalecer a base de apoio no Congresso e abrir diálogo com partidos do Centrão de olho nas eleições de 2026.

Estiveram presentes ao encontro o presidente da Câmara dos DeputadosHugo Motta (RepublicanosPB), o presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira (RepublicanosSP), e o ministro de Portos e AeroportosSilvio Costa Filho (RepublicanosPE), deputado federal licenciado pelo partido. A ministra das Relações InstitucionaisGleisi Hoffmann, também participau.

O gesto faz parte da série de conversas que Lula tem promovido com lideranças partidárias nas últimas semanas. Já passaram pelo Alvorada representantes do MDBPSDUnião Brasil e PSB. A ideia é ampliar a governabilidade e neutralizar movimentos de oposição em ano pré-eleitoral.

O Republicanos, no entanto, mantém um discurso de independência. O presidente da legenda, Marcos Pereira, já afirmou que o partido tende a apoiar uma candidatura de centro-direita em 2026. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, filiado ao Republicanos, é apontado como uma das principais apostas do grupo para enfrentar Lula na próxima disputa presidencial.

A reunião ocorreu também em clima de reaproximação entre Executivo e Legislativo, após atritos recentes sobre medidas econômicas, como a mudança no IOF. Na semana passada, Lula e Hugo Motta já haviam se encontrado, e o presidente da Câmara se comprometeu a priorizar projetos de interesse do Planalto, como o pacote de apoio a empresas afetadas por tarifas internacionais.

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Rompimento à vista? Adriano Galdino ameaça estremecer governo João Azevêdo e abre crise na base aliada

 O possível rompimento político de Adriano Galdino (Republicanos) com o governador João Azevêdo (PSB) pode representar um divisor de águas no cenário político paraibano. Como presidente da Assembleia Legislativa, Galdino é considerado o principal articulador da base governista. Caso confirme o afastamento, levaria consigo um grupo expressivo de deputados, criando um ambiente de instabilidade para a gestão estadual.

Nos bastidores, o secretário Ronaldo Guerra tenta minimizar o impacto, afirmando que Adriano perderia mais do que ganharia com a ruptura. Segundo ele, o deputado mantém aliados e correligionários em cargos estratégicos no governo, nomeações que inevitavelmente seriam revistas caso o rompimento se concretize.

Fontes palacianas ainda reforçam que Galdino estaria sendo injusto com João Azevêdo, já que o governador não teria interferido diretamente na escolha do candidato à sucessão. A decisão de apoiar Lucas Ribeiro, atual vice-governador, partiu de um alinhamento entre Republicanos, PSB e PP. “O governador apenas assentiu que sua prioridade é disputar o Senado. Não houve imposição”, ressalta um interlocutor.

Outro ponto lembrado é que Adriano sempre foi um dos grandes beneficiários da aliança com o governo, com dezenas de nomeações de aliados, além da polêmica indicação de sua filha ao Tribunal de Contas do Estado. Para parlamentares próximos ao governador, o discurso de Galdino soa incoerente e carrega traços de ingratidão.

Diante desse cenário, o futuro político do presidente da Assembleia se desenha entre duas alternativas: seguir a decisão do Republicanos e apoiar Lucas Ribeiro, ou buscar novos caminhos, possivelmente ao lado do PT, partido com o qual tem ensaiado aproximação.

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Pesquisas apontam ascensão de Efraim ao segundo lugar na disputa pelo governo enquanto Lucas Ribeiro segue estagnado

 As últimas pesquisas do Instituto DataRanking e do Instituto Anova reforçam um quadro que já preocupa aliados da base governista: a pré-candidatura de Lucas Ribeiro (PP) ao Governo da Paraíba segue estagnada, anêmica, sem crescimento relevante mesmo com todo o aparato institucional e de marketing à disposição. Enquanto isso, o senador Efraim Filho (União Brasil) já ocupa com folga o segundo lugar, consolidando-se como um dos principais nomes da disputa.

No levantamento DataRanking/Fonte83, Cícero Lucena (PP) lidera com 33,83%, seguido por Efraim (16,06%), Pedro Cunha Lima (PSD) com 15,09%, Lucas com apenas 8,95% e Adriano Galdino (Republicanos) com 7,09%. Já na pesquisa Anova, aplicada apenas em João Pessoa, o vice-governador amarga índices ainda menores, chegando a 3,7%.

O desempenho tímido de Lucas chama atenção porque ele conta, desde o início do ano, com uma equipe de marketing político contratada exclusivamente para impulsionar sua imagem, apesar da empresa não ter histórico de vitórias no estado. Além disso, lidera plenárias e percorre o interior do Estado em agendas oficiais, entregando obras e representando o governo, mas nada disso se converte em avanço nas pesquisas até o momento.

Internamente, o cenário é ainda mais delicado. Lideranças de peso do grupo governista, como os Lucena, os Leitão e os Galdino, resistem a fechar apoio a Lucas. Há, inclusive, pressão para que a escolha do sucessor seja baseada em critérios objetivos, diante da falta de competitividade do atual vice-governador.

Enquanto Efraim cresce e se consolida no segundo lugar, Lucas segue estacionado, acumulando apenas dois pontos de crescimento em meses e sendo superado por todos os principais adversários no ritmo de evolução. Se nada mudar, a “pré-candidatura anêmica” de Lucas Ribeiro pode se tornar insustentável.  Não apenas nas urnas, mas também dentro do próprio grupo que hoje, formalmente, o sustenta.

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